sábado, 9 de junho de 2012

meu trabalho sobre as MULHERES DA TERRA FIRME foi Aprovado na íntegra na UFPA!!!uhuhuh Anuário do Curso de Museologia – UFPA Memória da I Primavera nos Museus do Curso de Museologia da UFPA Nome do avaliador: Título do trabalho: As Mulheres da Amazônia na I Teia da Memória em Salvador (BA) de Helena do Socorro Alves Quadros Comentários gerais destinados ao autor: O texto é bem objetivo e faz um relato da participação feminina paraense na I Teia da Memória, em Salvador. Creio que trata-se de um importante registro e poderia ser incluído como comunicação no anuário. Parecer: Reprovado ( ) Aprovado (X) Aprovado com alterações ( ) Observação: Trabalho convidado, não esta sujeito a reprovação, apenas alterações. Local e data da avaliação: Belém, 07/06/2012. Agradecemos pela atenção e pelo trabalho realizado. Cordialmente, Editor Chefe: Diogo Jorge de Melo Universidade Federal do Pará Instituto de Ciências da Arte Faculdade de Artes Visuais e Museologia
Em Belém, mas precisamente o Museu Paraense Emílio Goeldi e o Ponto de Memória do Bairro da Terra Firme recebem nesta quarta dia 13 de junho, Hugues de Varine, Ele estará presente no bairro às 19h dialogando sobre patrimônio e sustentabilidade e sessão de autógrafo de 'As raízes do futuro' Promoção do Ponto de Memória da Terra Firme e do Museu Paraense Emilio Goeldi local: Escola Estadual de 1º Grau Brigadeiro Fontenelle Endereço: Rua São Domingos, S/N - Terra Firme
Diálogo com Hugues de Varine sobre patrimônio e sustentabilidade e sessão de autógrafo de 'As raízes do futuro' em Belém 08/06/2012 Dois eventos marcam o lançamento de 'As raízes do futuro' em Belém, ambas com diálogo com o autor. Na terça-feira, 12 de junho, às 12h, o evento acontece durante o IV Encontro Internacional de Ecomuseus e Museus Comunitários, na Universidade Federal do Pará. Na quarta, 13 de junho, às 19h, o encontro será na Escola Brigadeiro Fontenelli. Varine, que fala português, está disponível para atender a imprensa. Com ideias inovadoras sobre os domínios da cultura, o francês Hugues de Varine é um dos mais importantes teóricos e consultores internacionais na área da museologia. Em As raízes do futuro: patrimônio a serviço do desenvolvimento, lançamento da Editora Medianiz, ele propõe um amplo debate sobre as questões da propriedade cultural pelo viés do desenvolvimento local, a partir de sua ampla experiência com ecomuseus e museus comunitários. Traduzido direto da versão original em língua francesa, a obra conta com o prefácio e tradução da museóloga Maria de Lourdes Parreiras Horta. Uma das particularidades do livro é fato único para um clássico: o de ter quatro introduções - a metodológica, a ideológica, a pragmática e a política. Em cada uma delas, o autor revela toda sua experiência e proposições originais. Destacam-se, sobretudo, dois pressupostos básicos. O primeiro é que o desenvolvimento local é um processo voluntário de domínio da mudança cultural, social e econômica, enraizado em um patrimônio vivenciado, nutrindo-se deste e gerando patrimônio. O segundo é que o patrimônio - seja ele natural ou cultural, vivo ou consagrado - é um recurso local que não tem outra razão de ser senão a sua integração nas dinâmicas de desenvolvimento. Herdado, transformado, produzido e transmitido de geração a geração, o patrimônio pertence também ao futuro. Duas consequências daí advêm. O desenvolvimento só é sustentável, e, portanto, real, se for feito em consonância com o patrimônio, e se contribuir para a vida e para o seu enriquecimento. Além disso, só se pode conceber o desenvolvimento com a participação efetiva, ativa e consciente da comunidade que detém esse patrimônio. A obra está organizada em nove capítulos que tratam dos meios de organização, prática e desenvolvimento das relações patrimoniais. Como diferencial didático, também possui uma série de fichas práticas, com questionamentos e pontos relevantes dos respectivos assuntos discutidos, além de fichas de casos exemplares, que relatam suscintamente algumas experiências nas diversas situações em que a relação comunidade, patrimônio e desenvolvimento estão em jogo. Inspirado nas ideias de Paulo Freire, Hugues de Varine se propõe não somente a teorizar sobre os saberes por onde se aventurou, mas também estimular o pensamento individual dos leitores sobre as relações entre patrimônio e desenvolvimento local, aproveitando a sabedoria das comunidades. Em breve, o livro também será lançado em Portugual, pelo ICOM (The Internacional Council of Museums) daquele país. Sobre o autor: Formado pela Universidade de Paris, com pós-graduação em História e Arqueologia, Hugues de Varine ocupou os cargos de vice-diretor e diretor do Conselho Internacional de Museus (Icom), fundou o Ecomuseu de Le Creusot-Montceau e atuou no Ministério da Cultura da França, na área de desenvolvimento cultural e de avaliação de políticas culturais.Fundador da Asdic Consultores, entidade especializada em desenvolvimento de comunidades, participa de missões de desenvolvimento cultural, social e econômico de comunidades urbanas e rurais da França e da União Europeia, incentivando práticas culturais e de consolidação do desenvolvimento local. Internacionalmente participou de projetos na Alemanha, Suécia, México, Brasil, Canadá, Portugal, Grécia, Hungria, Irlanda, Reino Unido, entre outros.É autor de A cultura dos outros (Paris, Seuil, 1976); A iniciativa comunitária (Macon, MNES & W, 1992); Cidade, cultura e desenvolvimento (Paris, Syros, 1995, com Jean Michel Montfort); e As raízes do futuro (Asdic, 2002), além de artigos em periódicos franceses e publicações internacionais sobre museus, patrimônio, ação comunitária e desenvolvimento local. Ficha técnica do livro Título: As raízes do futuro: patrimônio a serviço do desenvolvimento local Autor: Hugues de Varine Tradução: Maria de Lourdes Parreiras Horta Número de páginas: 256 Formato: 14 x 23 cm Preço: R$ 40,00 ISBN: 978-85-64713-03-1 Eventos de lançamento em Belém com a presença do autor Terça-feira, 12 de junho, às 12h IV Encontro Internacional de Ecomuseus e Museus Comunitários Centro de Convenções Benedito Nunes da UFPA - Campus do Guamá Quarta-feira, 13 de junho, às 19h Promoção do Ponto de Memória da Terra Firme e do Museu Paraense Emilio Goeldi Escola Estadual de 1º Grau Brigadeiro Fontenelle R. S. Domingos, S/N - Terra Firme

domingo, 27 de maio de 2012

Um dos meus grandes mestres da Museologia, e que homenageei agora na minha última atividade Gincana História e Memória do Museu Goeldi: 30 anos de Museologia faleceu nesta semana, dia 22 de maio. Leiam sobre AÉCIO OLIVEIRA ..O Último Adeus ao Arquiteto dos Museus Postado pela Prof. de História e prima Marcela de Kássia da Silva E-mail: histmarce@yahoo.com.br Em uma tarde chuvosa, encerrava a vida do brilhante museólogo, Aécio Oliveira. Sendo sepultado na tarde de terça-feira ( 22/05/2012), no cemitério Parque das Flores, no horário da 17:00hs. Familiares e amigos deram os últimos adeus ao conterrâneo pernambucano de raízes das famílias Alves Pequeno e Oliveira. Aécio ou Celso, como era conhecido carinhosamente, nasceu em 30 de Julho de 1938, filho de Lourival Oliveira e Maria Luiza Oliveira, natural de Poço da Panela, Casa Forte, um bairro tradicionalmente histórico e paisagístico para se viver. Menino levado, danado, argiloso das várzeas de Casa Forte. O gosto pela natureza, já era típico dessa época, as mangueiras, jaqueiras, os bons fluídos das roseiras. Criado quase como menino de engenho. Maravilhado e deslumbrado com a cozinha nordestina, logo se acostumou apreciar a carne-de-sol com feijão verde, pirão, o cozido, caldo-de-cana, suco de nossas frutas, as sobremesas, como cocada preta, doce-de-leite, de caju, de goiaba, de jaca, os bolos de rolo e o famoso bolo souza-leão, que mais tarde se tornaria um especialista nessa matéria. Como o grande Câmara Cascudo, deixava claro: “a boca é a pátria”. A convivência com Gilberto Freyre, seu padrinho, fez de Aécio um novo homem, um homem como ele costumava falar; “coisas que as pessoas nem sabiam que valor tinha, mas eu havia aprendido com o maior dos mestres.” O compêndio da sua vida se resume em três fases: a família, Gilberto Freyre e Apipucos, na casa 320, da Rua Dois Irmãos, construída no século XIX, conhecida também de “Vivenda Santo Antônio de Apipucos”, hoje transformada na sede da Fundação Gilberto Freyre. “Como posso esquecer o carinho dessa família comigo. Foi crescendo com esse sentimento de amor com a família Freyre. No meio da família, porque fazia parte da família, chamava “tio Ulisses”, o irmão de Freyre e as irmãs de tia. Já Gilberto Freyre, “Tô Gilberto” nunca Dr. Gilberto, eu chamava carinhosamente de Tô Gilberto. Bons tempos, onde comecei a ler “Casa Grande & Senzala ( 1933), Sobrados e Mocambos(1936), Nordeste(1937), Açúcar(1939) e outras obras de autoria de Freyre”. “Quando partir para a Universidade do Rio de Janeiro, em busca de novos conhecimentos no campo da museologia, já tinha uma formação sólida, porque a minha maior leitura, eram as conversas e experiências trocadas com Gilberto Freyre. Esse momento representava as coisas mais caras que eu tinha e que poucas pessoas tiveram a convivência íntima com Freyre”, mencionava emocionado Aécio Oliveira. Nos seus últimos anos, já com uma saúde debilitada devido a diabetes, problemas cardiacos e a hemodiálise, o aposentado Aécio, passava seus dias na bucólica Granja Santo Antônio, localizada na divisa entre Aldeia e São Lourenço, apresentando em sua localidade uma vasta riqueza da espécie da Mata Atlântica. No estilo bem colonial, a casa representa traços de um imobiliário antigo, com Capela, em homenagem a Santo Antônio, belos quadros de anjos e sino. Sinos que tocam anunciando a chegada de algum visitante. As obras da Capela começaram no inicio de 2007, edificada pelo mestre de obras, Manuel, de Paudalho, sendo inaugurada em 13 de novembro de 2008, com o batizado da sobrinha Olívia. No interior temos diversos quadros, em sua homenagem, como do artista Renato Correia. Quadro que representa a sua caricatura, de homem dos trópicos. Outro quadro do artista Correia representa detalhadamente a entrada da casa, com os dois leões, símbolo de coragem e dinamismo de um grande percussor. Passeando vagamente entre os jardins, encontramos um pilão, mais adiante pequenos lagos com bromélias. O Sítio foi comprado em 1981. A primeira espécie plantada nessa imensidão de terra, foi o“Pau- Brasil”. Na época que estive na casa de Aécio, havia sombra e calor, acompanhado do cheiro do caju. Muitos cajus maduros e frescos, descansando no chão. O canto das cigarras anunciava o cântico de nossa chegada. Respirar o ar de Aldeia é fechar os olhos para o mundo. O museólogo já apresentava sinais de sua debilidade, devido às conseqüências da doença, mesmo cadeirante, Aécio lutava pela vida. Pelas tantas idas e vindas do agravamento da doença ao Hospital Unicordis, Aécio resistia como um guerreiro. O seu amor a vida e ao mundo, superava tudo e a todos. Só quem conviveu com a presença maravilhosa desse homem, entenderá a dor e ao mesmo tempo o aprendizado que ele transmitiu. Lembro-me de todas as vezes que ia visitá-lo, Aécio estava animado, conversador, perfumado e com a bengala que eu havia presenteado. Nas entrevistas que fazia com Aécio, pois como historiadora, registrava vários depoimentos, pois pensávamos em publicar um livro sobre sua biografia, o qual guardo um arquivo pessoal com fotos, cartas digitalizadas e várias entrevistas. Aécio surpreendia através de cada história oral que mim contava sobre a sua vida. Além da surpresa que fez no meu casamento em 2010, só em pensar fico muito emocionada. Nos últimos dias pensava muito nos amigos Gilberto Freyre ( padrinho), Fernando Freyre, Madalena Freyre, Ulisses Pernambucano, Cristina Freyre, Sônia Freyre, René Ribeiro, Burle Max, Adão Pinheiro, Valdemar Valente, Aluisio Magalhães, Renato Carneiro Campos, Theó Brandão, Yolanda Penteado Matarazzo, Henriqueta Magalhães, Mauro Mota, Marly Mota, Joselice Jucá, Janete Costa, a família Arruda Reis e família Pinto e tantos outros intelectuais que passaram em sua vida, fazendo um registro de nossa história. Participou de vários cursos, fórum nacional, congressos internacionais, proferiu várias palestras no Brasil, orientou cursos de atualização e treinamento em museologia. Recordista em medalhas de honrarias, concedido aos seus esplêndidos trabalhos na área de museologia, tais como: Fundação Rondon, Museu de Valores do Banco Central do Brasil, Festival de Desportos, Museu do Trem ( Ministério dos Transportes), Jardim Botânico( RJ-180 anos/ Ministério da Agricultura), Museu Paraense Emílio Goeldi-120 anos, Museu do Folclore(RJ), recebeu um certificado de História Viva do Recife( Museu da Cidade do Recife-12/03/1992), homenageado com uma placa de bronze pela Fundação Joaquim Nabuco( dezembro de 2008), o qual ajudou a desenvolver e ser hoje um dos melhores centros de pesquisa, mundialmente e a Universidade Federal de Pernambuco que prestou homenagem em 2009 ao museólogo, na aula inaugural do curso de bacharelado em Museologia. Sua técnica de trabalho chamava atenção, pela forma prática de associar reciclagem e valorizar os produtos da nossa terra. Uma museologia nordestina, moderna, cabocla, onde deveríamos está dentro dos trópicos, diante de todas essas riquezas brasileiras. Fazendo coisas brasileiras, utilizando o gesso, a madeira, a palha e outros materiais. Um seguidor das propostas de Gilberto Freyre. A preservação dos Museus, segundo Aécio é muito importante, pois toda coisa popular, aproxima a população ao Museu. “O povo não gosta de ver o erudito, como erudito. O povo gosta de ver o erudito como alcance do popular”, sua última frase sobre a preservação dos museus pernambucanos que tanto amava. Após mensagens, orientações bíblicas e orações do padre, o cortejo seguiu-se com várias coroas de flores, presenteando Aécio, por cada instituição a qual trabalhou e muitos aplausos dos familiares Lêda, Maria Luiza e seu esposo, Marcela Silva, Leonora Arruda e amigos queridos. Havia também o canto da cigarra que pelo destino ou não, estava presente no sepultamento. Aécio foi enterrado no jazigo da família Alves Pequeno e Oliveira, túmulo número 6, próximo de algumas árvores, assim como gostava da natureza. “Os homens bons não morrem, eles vão ao encontro com Deus”. RECIFE, 23 DE MAIO DE 2012.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Oficina de Fotografia

O Museu Paraense Emílio Goeldi por meio do Núcleo de Visitas Orientadas ao Parque Zoobotânico - NUVOP em parceria com o Ponto de Memória do Bairro da Terra Firme realizará nos dias 18 e 19 de Junho das 14 às 17 horas no Parque Zoobotânico a OFICINA DE FOTOGRAFIA com o Jornalista Franklin Salvador. Quem quiser participar mande email para hquadros@museu-goeldi.br com seus dados pessoais.

sábado, 5 de maio de 2012

Faço parte!! "Gincana História e Memória do Museu Goeldi: 30 anos de Museologia" Dados liberados pelo SRH do Museu Goeldi por ordem alfabética dos Servidores CMU/30 Anos 1. Alcemir de Souza Aires 2. Ana Claudia dos Santos da Silva (Nuvop) 3. Ângela Marici Botelho Pontes (Editoração) 4. Angelito Rodrigues da Silva Duarte 5. Antônio Carlos Monteiro Ferreira (**) 6. Antonio Carlos Lobo Soares 7. Antonio Ferreira 8. Carlos José da Silva 9. Carlota Cristina da Silva Brito 10. Carmosina Maria Calliari Bahia (Campus de Pesquisa) 11. Célia Maria dos Passos Lemos Nunes (Redistribuída) 12. Charles Alves Gomes (Redistribuído) 13. Claudenor Chaves Alves (PDV) 14. Denize Hammú de La Penha (Redistribuída) 15. Gilma Isabel Rego D’Aquino (Campus-Arqueologia) 16. Helena do Socorro Alves Quadros (Nuvop) 17. Helena Dóris Barbosa Quaresma (UFPA) 18. Helena Gomes de Andrade (**) 19. Hilma Cristina Maia Guedes 20. Horácio Higuchi 21. Inácio Guilherme da Silva Leite (Campus) 22. Ivelise de Souza Rodrigues (*) 23. Jorge Luiz Frenzel (**) 24. Jorge Lobato (INPA-Manaus) 25. Lúcia das Graças Santana da Silva 26. Luiz Fernando Fagury Videira 27. Maria do Carmo Valente (*) 28. Maria do Socorro Andrade Silva (Campus-Caxiuanã) 29. Maria Filomena Fagury Videira Secco 30. Maria Odete Carrera Machado (*) 31. Marília Braz Botelho (Redistribuída) 32. Marlice Maria Begot da Silva Valente (Redistribuída) 33. Raimunda Trindade Portal (*) 34. Raul Ivan Raiol de Campos (UFPA) 35. Roseny Rodrigues Mendes 36. Rosilda de Fátima Vasco (**) 37. Rubens Tavares de Moura (*) 38. Telma Maria Souza Silva da Silva (SCS) 39. Valentin do Espírito Santo Alves de Souza (**) 40. Vanda Maria Raiol dos Santos (**) 41. Waldinete Conceição do Socorro Oliveira da Costa (ETFa) Obs : (*) – Aposentado (a) (**) – Falecido (a)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

GINCANA HISTÓRIA E MEMÓRIA DO MUSEU GOELDI: 30 ANOS DE MUSEOLOGIA 3 A MUSEOLOGIA DO MUSEU GOELDI (Texto extraído da Dissertação de Mestrado “Redescobrindo a Educação em Museus; uma experiência no Parque Zobotânico do Museu Goeldi”, de autoria de Helena Quadros). O Museu Paraense Emílio Goeldi - MPEG estabeleceu formalmente em 1982 a Divisão de Museologia, visando à maior participação da comunidade nos seus programas e atividades, em consonância com os Departamentos Técnico-científicos, desenvolvendo diretrizes de ação e de incremento que possibilitaram ao público o conhecimento dos trabalhos realizados no campo da ciência, da educação e da cultura. A Divisão de Museologia, coordenada pelo museólogo Ildo Barbosa Teixeira, apoiada nos resultados das pesquisas realizadas pelo Museu, oferecia à população uma gama de promoções e eventos, objetivando o desenvolvimento educacional e o incentivo ao aprimoramento cultural, tais como exposições, seminários, cursos e diversas outras atividades.